O governo federal sinaliza discutir apenas o preço do frete, porém descarta a redução do preço do litro do óleo diesel.![]() |
| Manisfesto de motoristas Foto: Viviane Petroli/Agro Olhar |
De acordo com a agência de notícias Reuters, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto, pontuou que a redução do preço do diesel não está em pauta neste momento em Brasília (DF). A declaração da reunião nesta quarta-feira e que o diesel irá baixar de valor foi dada por Rossetto após reunião interna do governo federal para discutir a greve do setor do transporte.
Conforme o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, a prorrogação dos prazos das linhas de financiamento do programa Procaminhoneiro já está em análise pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Rossetto pontuou que na reunião na tarde desta quarta-feira será apresentada a posição do governo federal quanto à a lei do Caminhoneiro e demais reivindicações.
Nesta terça-feira (24) o protesto dos empresários do transporte de cargas e caminhoneiros chegou a 12 Estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Pará, Ceará, São Paulo, rio de Janeiro e Bahia.
A nível nacional o pedido da categoria é a redução do preço do óleo diesel, tabelamento dos fretes, redução da tarifa de pedágios, bem como a sanção das mudanças aprovadas na Câmara Federal neste mês na Lei do Motorista Profissional por parte da presidente Dilma Rousseff.
Na segunda-feira (23) a Advocacia-Geral da União (AGU) entrou na Justiça solicitando a liberação das rodovias federais 'fechadas' nos Estados devido aos protestos de caminhoneiros e empresários do transporte de cargas. Na ação a AGU pede ainda a adoção de multa de R$ 100 mil para cada hora parada caso os manifestantes se recusem a liberar o tráfego de veículos.
Fonte: Agro Olhar




