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BR-319 apresenta problemas no Amazonas até nos trechos com asfalto

 



São 885 quilômetros de Manaus até Porto Velho. No período chuvoso, de janeiro a junho, a BR-319 fica intrafegável. Mas este ano, os trechos com asfalto apresentaram rachaduras.


Trafegar pela estrada que liga a capital do Amazonas às outras regiões do Brasil tem sido um desafio para os motoristas.


São 885 quilômetros de Manaus até Porto Velho, em Rondônia. No período chuvoso, de janeiro a junho, a BR-319 fica intrafegável. Só agora no período seco é que se consegue cruzar toda a estrada. Mas este ano, até os trechos com asfalto veem apresentando problemas. Há dois meses, a estrada se partiu e o tráfego precisou ser interditado. Depois do conserto, outros pontos da estrada apresentaram rachaduras.


Por terra, a BR-319 tira Amazonas e Roraima do isolamento. É a única rodovia federal que liga os dois estados ao restante do Brasil. Para quem vem de Manaus, os poucos trechos com asfalto têm muitos buracos e erosões. Num ponto, só um cone alerta para que o motorista não passe direto pelo imenso buraco que tomou um dos lados da pista.


Um carro capotou depois de perder o controle ao passar num buraco. Seu Rildo tinha acabado de descer da moto, que foi atropelada na beira da estrada.


“Esse já é o terceiro carro que acontece isso e nesse buraco”, conta o carpinteiro Rildo Amaro.


Há equipes trabalhando na manutenção em vários trechos. A repavimentação de 405 quilômetros do trecho do meio é uma promessa de vários governos. Também é um compromisso assumido pelo presidente Jair Bolsonaro. Vários estudos de impacto ambiental já foram feitos, mas até agora o Ibama não considera viável a licença para a estrada que cruza a Floresta Amazônica.


Mesmo assim, no fim de setembro, o Ministério da Infraestrutura e o Ibama realizaram as audiências públicas que tratam dessa possível reconstrução. O Ministério Público federal tentou cancelar, mas a Justiça Federal permitiu o processo. As audiências públicas são requisito para a concessão da licença prévia para uma obra.


O DNIT declarou que concluiu os reparos na parte asfaltada e que tem se empenhado para obter licença ambiental de pavimentação para o trecho do meio.


Fonte: G1 Amazonas 

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